Secretaria planejou execução do Censo Escolar com técnicos de todos os Núcleos Territoriais de Educação

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A Secretaria da Educação do Estado promoveu, nesta terça-feira (27), um Encontro de Alinhamento para a Execução da Segunda Etapa do Censo Escolar 2017, com técnicos do órgão central e dos 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTE). A atividade, realizada no auditório da Secretaria, no Centro Administrativo (CAB), em Salvador, abordou diferentes aspectos do Censo Escolar, para alinhar e planejar o trabalho que será realizado em toda a Bahia, em 2018.
Os dados coletados pelo Censo Escolar servem de base para a formulação de políticas públicas e para a distribuição de recursos públicos, como alimentação e transporte escolar, distribuição de livros e uniformes, implantação de bibliotecas, instalação de energia elétrica, Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), entre outros. Os dados também são utilizados no cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), por outros ministérios como Saúde e Esportes e por organismos internacionais como a UNESCO e o UNICEF.
Na programação do encontro, foram apresentados resultados das verificações realizadas em 2017, os impactos nas estatísticas educacionais do Estado, programas educacionais, além das tendências e desafios para 2018. Em 2017, foram realizadas verificações em 417 municípios do Estado. Ao todo, 591 unidades escolares, municipais e estaduais, foram visitadas pelas equipes técnicas da Superintendência de Gestão da Informação Educacional (SGINF) e dos NTE, responsáveis, também, por alimentar informações no Sistema de Gestão Escolar (SGE), da Secretaria da Educação, que são migrados, posteriormente, para o Sistema Educacenso, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
A superintendente de Gestão da Informação Educacional do Estado, Cristiane Ferreira, falou sobre a importância deste alinhamento para dinamizar o Censo Escolar. “A atuação dos técnicos é de fundamental importância, porque eles têm um papel de monitoramento e acompanhamento do resultado do que as unidades escolares fazem. São eles que fiscalizam todo o controle de matrícula, documentação, se os alunos existem, se estão na rede, o que está acontecendo em cada unidade escolar e isso reveste em informação para nosso sistema”, explicou, destacando a coleta de dados subsidia a gestão da rede. “A partir dessas informações, os dirigentes aqui conseguem tomar decisões para a definição das políticas públicas, discutindo como os técnicos devem trabalhar com as equipes lá na ponta, quais as estratégias para potencializar a região, de maneira que a gente possa, em 2018, avançar ainda mais”, pontuou.
Geisa Graziella da Silva Gomes, técnica do Núcleo Territorial de Caetité (NTE 13), mencionou que “o encontro serviu para aprimorar ainda mais seus conhecimentos em relação às etapas do Educacenso, além de servir como uma significativa troca de experiência sobre o caminho percorrido na realização das atividades junto às UEE”. A técnica acrescentou ainda que “o encontro foi muito esclarecedor e com base no que foi visto vai dar para planejar melhor seu trabalho com o Censo Escolar 2018″
Para a técnica do Núcleo Territorial de Educação de Bom Jesus da Lapa (NTE 02), Islane Damasceno, avaliar o desempenho do trabalho anterior é motivador para a realização de novas atividades. “Acho esses encontros fundamentais para o bom desempenho do nosso trabalho. Sempre aparece uma informação nova ou surge uma dúvida, e estar aqui é muito eficaz”, afirmou.
Maria José Santos, técnica do Núcleo de Itapetinga (NTE 08), trabalha há 10 com o Censo Escolar e disse que esta coleta é essencial para a Educação Pública. “Eu acho o trabalho com o Censo de suma importância e necessário para a melhoria da educação da Bahia; pois serve de base para que os Governos Estadual e Federal saibam o que a gente tem de alunado, o que é necessário, inclusive recursos financeiros, para que se faça uma boa Educação e, também, para o melhoramento social”, pontuou.
Para Ana Vanilda Santana Melo, coordenadora do Censo e Matrícula do NTE 19, de  Feira de Santana, o planejamento de ações é fundamental. “É sempre boa a realização dessas atividades, porque acontece uma interação, uma troca de ideias e uma reflexão sobre o caminho que estamos percorrendo no trabalho. Aqui, conseguimos sanar nossas dúvidas e planejar como iremos fazer neste novo ano, buscando sempre melhorar”, concluiu.
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